Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

2P

Finalmente deixei de ser calouro, fiz a minha matrícula do segundo período...
Administração, Projeto Arquitetônico, Topografia, Materiais de Construção, Física 1, Cálculo 2 e, finalmente, Metodologia da Pesquisa.
Agora é só esperar até quarta pra ver se deu tudo certo e até sexta pra colocar alguma matéria de outro curso, que ainda não sei se e o que vou fazer.
Esse post também serve pra anunciar que as mudanças prometidas no rRegistro ainda não terminaram (grande anúncio...) e que elas não tem prazo pra terminar, já que tenho muito mais coisas mais importantes pra fazer que desenhar leiaute de blog. Mas vou tentar continuar escrevendo assim que der coisas interessantes (ou nem tanto).
Continue vindo aqui ver as novidades ou assine o RSS pra não se preocupar.
P.S.: Lembrei agora que tem fotos novas no Picasa da visita técnica que fiz a Itaipu nessas férias.

Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Nova Cara!

A partir de ontem o blog começou a ganhar uma nova cara. As mudanças deverão ficar prontas só no fim da semana, mas isso pode acontecer antes ou depois. A primeira mudança foi na fonte do título das postagens, mas essa fonte nova só aparecerá nos navegadores compatíveis com CSS3 web fonts (assim você não precisa ter a fonte instalada no seu computador para ela aparecer o navegador). A segunda mudança, que é parte da primeira (ou a primeira é parte da segunda), é a fonte do logotipo do blog. É a mesma fonte do título das postagens, mas essa todos vão ver, já que é uma imagem que forma o logotipo.

Abaixo segue a lista das mudanças que já foram feitas e assim que alguma coisa a mais for feita também aparecerá aqui.

[4/5/8]
-> Fonte do título das postagens mudou de Trebuchet MS para Euphorigenic*
-> Fonte do logotipo do blog e do título dos menus mudou de Trebuchet MS para Euphorigenic
[5/5/8]
-> Rabo de cachecol de cor contrastante com verde foi colocado no megafone do logotipo e dos títulos dos menus
[7/5/8]
-> Céu estrelado colocado atrás do logotipo
[4/6/8]
-> Céu estrelado fajuto substituido por céu estrelado real
-> Céu estrelado colocado na barra-de-chão
-> Bandeirinhas para traduções movidas do meio da coluna lateral de baixo pro topo da coluna lateral de cima


*Necessita qualquer navegador compatível com CSS3 web fonts para usufruir do novo recurso (sugestão).

Sábado, 19 de Abril de 2008

Um pouco de História de escola...

Uma das coisas mais antigas que me lembro de escola eram as folhas de exercícios de matemática do jardim... Eram folhas fedidas, meio molhadas e escritas em azul. Um nojo aquilo, devia ser algum tipo de cópia arcaica. Outra coisa do jardim que me vem à mente é meu amigo Emílio e os Etês de Varginha que a gente montava com um brinquedo de encaixar: primeiro montava um cubo com seis peças quadradiformes, depois enfiava um pauzinho no meio do cubo e, no que sobrava do pauzinho pra fora, colocava um disco pra ser a cabeça. Essas peças eram verdes, amarelas, laranja e rosa, das cores dos marca-textos de hoje (ou de antigamente, acho que marca-textos sempre tiveram as mesmas cores...). Lembro do filme (tipo documentário) sobre vida animal que a gente via na TV do hall. Como só tinha aquela TV na escolinha, as "tias" colocavam um monte de cadeirinhas no hall e assistíamos os filmes ali mesmo. Agora já na primeira série. Consigo lembrar de uma coisa bem engraçada que aconteceu: quando a professora Júlia pediu que recortássemos as sílabas da Cartilha da Língua Portuguesa. Essa cartilha tinha umas páginas no fim com todas as sílabas de duas letras possíveis. Antes de começar a recortar, ela quis ler as sílabas. O pior aconteceu quando ela foi ler a terceira sílaba que começava com C. Nessa hora todos começaram a das risadinhas discretas e saiu um ou outro "Nossa, ela falou um palavrão..." no meio do fusuê. Outra coisa que lembro é quando a professora da sala da frente entrou desesperada na minha sala e perguntou pra minha professora se Nenem terminava com N ou com M. Imediatamente a prof. Júlia respondeu que era com M, já que nenhuma palavra da língua portuguesa terminava com N. Ainda nesse ano, tudo que sumia na sala era culpa do Alan, já que ele tinha entrado direto, sem fazer o Jardim III. Na segunda série tinha um amigo que gostava de ir comigo no "Bloco 1" entrar debaixo dum sofazinho e ficar rindo olhando pra parte de dento do sofá. Também tinha a bibliotecária Alessandra, que voltará a aparecer nessa história. Lembro de um trabalho que fiz com a professora Andiara (não lembro se é com I ou com Y, mas o nome era esse mesmo) sobre o livro "A Bomba Boa", era um cartaz com uma bombona roxa e alguma coisa em volta que eu não lembro o que era. Essa professora era substituta da professora Vívian enquanto ela desengravidava. A professora Vívian, no início da segunda série, ensinou Unidades, dezenas, centenas e milhares usando uns cubinhos de madeira. O que eu mais gostava era o cubão do milhar, formado (teoricamente) por mil cubinhos dos piquititinhos. Eu odiava quando a professora cantava a musiquinha para guardar o material, aquela que os anões da Branca de Neve cantam quando vão pra casa (música desgraçada, to traumatizado com aquilo até hoje). Na terceira série, minha melhor amiga, a Bárbara (que também voltará a aparecer...) era uma pessoa legal, não muito certa das idéias (eu também não era), mas legal. Na sexta feira a professora Tereza, que era a professora da turma, não ia pra escola porque fazia algum tipo de curso para a escola. Nesse dia tínhamos aula de educação física, artes, inglês e alguma outra que não precisava da professora do dia-a-dia. A aula de artes era a que eu mais gostava, ficava no bloco novo da escola, aquele que tinha elevador e a sala tinha uma porta deslizante que a separava da sala do lado. Os trabalhos que fazíamos na aula eram expostos na semana de arte: faziam um caminho com aquele papel cor-de-papelão que vem em rolos ao redor do pátio central e colocavam os trabalhos das criancinhas nesse caminho. Nunca entendi porque colocar aquele papel no chão, já que em dois dias de exposição o papel já ficava todo rasgado... Quarta série, escola nova, muitos professores. Tinha a Maria Fernanda, que morava em campo largo e fazia a gente decorar a tabuada pra citar na aula. Ela que me ensinou uma musiquinha pra saber a tabuada do quatro que eu uso até hoje... Nessa época conheci meu amigo Aluízio e o Gustavo, que veio a se tornar meu melhor amigo. Tinha a professora de história, que era Maria Helena que usava óculos modernos. Tinha a professora Adriana, de geografia, que me ensinou que a Terra tinha forma geóide e que brincava com a turma de morto-ou-vivo no final das aulas. Tinha o professor Vianei, de ensino religioso, que vendeu o sofá da casa dele porque sofá era lugar para sentar e ele sempre deitava no sofá. Tinha a professora Céres, de artes extracurricular, que dava as melhores aulas da semana fora as da professora Elizabeth de informática, que me ensinou Control+C e Control+V pra copiar coisas da Internet e colocar nos "filmes" que eu e o Gustavo fazíamos no PowerPoint 97 (que, por sinal, é a versão do PowerPoint com a melhor coleção de ClipArts até hoje). Tinha também a professora Delfina, de ciências, que desenhava no quadro muito bem uma panela de pressão no fogão e outras coisas. A menina mais bonita da sala naquela época era a Francielle, que tinha o cabelo liso. Um dia ela resolveu ondular (ou cachear, êta memória incerta!!) o cabelo e chegou meio atrasada. Quando ele entrou dava pra ouvir os mais diversos comentários, desde "Quem é essa aluna nova?" a "O que fizeram com você?". No dia seguinte ela, não imagino o porquê, apareceu de cabelo liso de novo. Na quinta série tinha a professora Simone, de matemática, que me fez apagar meio caderno e reescrever tudo com letra bonita e organizadamente. Ela usava "luvas de teta" (aquelas de médico) pra escrever no quadro porque tinha alergia a giz e tremia muito quando ia recortar alguma coisa. A professora de geografia era a Rosa. Pra demonstrar que a menor distância era em linha reta, ela andou de um canto da sala ao canto oposto passando por cima de todas as mesas que estavam no caminho. Na sexta série, a professora de ciências era a Patrícia, mas foi o Juliano do laboratório que me prometeu uma planária. A professora de matemática (ou geometria, não lembro bem) era a Márcia, não gostava nada dela, o que mudou totalmente quando ele deu aula pra mim na primeira série do Ensino Médio, já a professora Júlia de matemática da sétima série nunca gostou de mim, mas era menos pior comigo na sétima série que na segunda do Ensino Médio. Ainda na sétima tinha a professora Eloísa (essa sim era de geometria), a professora Vilma de geografia e o professor Jaílson de história, que usava laptop com Windows XP na aula e deu um trabalho de fazer um feudo. Eu e o Gustavo fizemos um feudo de isopor que ficou bem legal. Na oitava série, a professora Adriana voltou a dar aulas de geografia pra mim, mas nunca brincou de morto-ou-vivo no fim da aula. Foi nesse ano que tive aula pela primeira vez com a professora Luciana de inglês, antes tinha sido com a professora Irene (que tinha cabelo vermelho e usava um colar com rubi) e a professora Maria de Fátima (cujo marido era piloto da GOL e que me ensinou a regra de sufixos ingleses "CVC-repete a última"). A professora de física usava Nike Shox e dava aula sentada porque era obesa, mas fez uma cirurgia de redução de estômago e ouvi dizer que nem parece mais a mesma pessoa, não a vi depois disso (por falar nisso, todos meus professores de física ou são gordões ou eram gordões e fizeram a redução de estômago e ficaram joinha, nos trinks). Na primeira série tinha o professor Leandro e o professor Jefferson dividiam a física, o Moacir e a Márcia dividiam a matemática, a Adriana continuava com a geografia, a Tânia e o Sérgio cuidavam da biologia, a Regina e o Marco Aurélio tratavam da química. Na segunda série continuaram Moacir, Leandro, Marco, Vó Regina e Adriana, mas a Tânia passou a ser coordenadora e a Márcia foi promovida em outra unidade da escola, o que abriu a vaga para a Júlia. Tinha também o Marcus e a Marcela, que pegaram a bioloxia. No fim do ano entrou o professor Glávio de física, carioca e vascaíno. Na terceira série só tinha cara bão: Moacir, Leandro e Adriana e outros mais continuaram, entraram Claudinha, Joãozinho, Adalberto, Dalton, Vilmar, e mais vários. Agora estou no promeiro período de Engenharia de Produção Civil e outra parte dessa história começa...
P.S.: Esse final ficou muito resumido porque são três horas da manhã e estou cansado, pode ser que aumente isso outro dia.
P.P.S.: Agora que percebi que escrevi tudo num parágrafo só, mas agora tá tarde pra arrumar, fica proutro dia também.

Domingo, 6 de Abril de 2008

PDFs e PDFs...

Dei uma lida na documentação do programa que eu uso pra criar PDFs e descobri que ele não exporta em PDF. Mas como se eu já exportei?, perguntei pra mim mesmo. Perdi mais alguns minutos tentando descobrir se eu tinha feito um milagre ou coisa assim quando, não mais que de repente, achei a resposta pra todas as minha dúvidas relacionadas a PDFs. É meio difícil de explicar, mas vou tentar: tudo que aparece na tela no OS X é codificado pelo Quartz (o que desenha as janelas do OS X) em PDF, incluindo o que está na tela esperando para ser impresso. Na hora da impressão, ele é convertido pra um formato que a impressora interprete. Resumindo, tudo que aparece na tela ou que é imprimível no OS X é pedeefável. É disso que o programa que eu uso se aproveita, uma função do sistema operacional. Essa função, chamada de PDF printing, pode ser acessada de qualquer programa que utilize o "diálogo de impressão padrão" do sistema, e salva o que seria impresso naquela hora num arquivo PDF. Mas toda essa discussão sobre PDFs não apareceu na minha cabeça do nada, como algumas outras coisas que escrevo aqui. Um amigo que sabia que eu consigo fazer PDFs me pediu pra transformar um arquivo do Word num PDF pra ele, lhe expliquei que o programa que uso pode deformar o documento dele ao importar. Lembrei que já tinha visto em algum lugar que o OpenOffice.org é capaz de exportar em PDF. Procurei no site dele e achei. Ele exporta em PDF sim. Foi essa a sugestão que dei a esse amigo que precisava de um PDF igual ao documento do Word dele, já que o OO não deforma as coisas na hora de importar (ou pelo menos não era pra deformar). Além disso, o OpenOffice é pra ser totalmente compatível com Windows, Linux e Solaris, o que dá a capacidade de qualquer pessoa com um computador criar belos PDFs, mas não tão belos quanto os que a suíte iWork consegue.